quarta-feira, 19 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Hormônios e Hipertrofia Muscular
Recentemente, alguns estudos apareceram questionando o papel da elevação transitória da testosterona na hipertrofia do músculo esquelético. Importante ressaltar que não estou me referindo ao uso de esteróides, mas sim à elevação natural que ocorre em alguns hormônios, inclusive a testosterona, após uma sessão de treino de força.
Os defensores dessa teoria acreditam que a testosterona aumentada após o treino sinalizaria uma maior síntese proteica no tecido muscular. Entretanto, por exemplo, no estudo recente de West & Phillips (2012) encontramos correlação do Hormônio do Crescimento e (pasmem!) Cortisol (aquele que todos marombeiros de plantão temem, por ser considerado catabólico) com o aumento de massa muscular. De forma aguda (durante e logo após o treino) e não de forma crônica, é lógico que o cortisol aumente de acordo com a intensidade do treino, já que degradamos proteína e glicogênio durante o treino. Mas os autores não encontraram a mesma correlação entre testosterona livre e massa muscular.
Noutro estudo, realizado em ratos, Aguiar e colaboradores (2013) encontraram correlação entre o fator de crescimento miogênico e IGF-1 (ambos atuam regulando o crescimento das células musculares, sendo o IGF-1 estimulado pelo Hormônio do Crescimento) com o aumento de massa muscular. Principalmente no que se refere a adaptações crônicas ao treino de força.
Acredito ainda não termos um consenso sobre o papel das alterações hormonais transitórias induzidas pelo treino de força na hipertrofia muscular. Muito menos podemos descartar o papel da testosterona no momento em que se elabora um treino. Porém, a ciência indica outros marcadores muito importantes também envolvidos nas adaptações ao treino de força.
Bons Treinos!
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Referências:
Aguiar AF, Vechetti-Júnior IJ, Alves de Souza RW, Castan EP, Milanezi-Aguiar RC, Padovani CR, Carvalho RF, Silva MD. Myogenin, MyoD and IGF-I regulate muscle mass but not fiber-type conversion during resistance training in rats. Int J Sports Med. 2013 Apr;34(4):293-301. doi: 10.1055/s-0032-1321895. Epub 2012 Oct 11. Morphology, Univ Estadual Paulista (UNESP), Botucatu, Brazil
West DW, Phillips SM. Associations of exercise-induced hormone profiles and gains in strength and hypertrophy in a large cohort after weight training. Eur J Appl Physiol. 2012 Jul;112(7):2693-702. doi: 10.1007/s00421-011-2246-z. Epub 2011 Nov 22.
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terça-feira, 4 de junho de 2013
A musculação e o "PUMP".
Quando as pessoas treinam com pesos, um dos sinais agudos mais proeminentes é aquela sensação de inchaço muscular. Normalmente, os chamados “marombeiros” adoram essa sensação (e também reclamam quando ela desaparece). Por outro lado, algumas mulheres (nem todas) não gostam por se sentirem “inchadas”, achando que poderão aumentar muito a massa muscular.
Bem, vamos com calma então e explicar o que é esse fenômeno. Vulgarmente é chamado de “pump”, mas na realidade chamamos de “recrutamento vascular muscular periférico localizado". Exatamente nesse momento não está se ganhando massa muscular, mas é um bom indício de que seu treino proporcionou um bom estímulo para síntese proteica.
De modo simples, durante o treino provocamos lesões no tecido muscular (a grosso modo você está destruindo suas proteínas musculares, perdendo massa muscular!). E, no processo de recuperação, o corpo procura produzir fibras musculares mais fortes, a fim de se proteger contra outro estímulo. Esse processo é chamado de supercompensação. Então, o pump que se sente durante o treino nada mais é que um processo inflamatório muscular, pois seu músculo lesionado, está sob ação dessas substâncias inflamatórias (interleucinas), além haver uma derivação de sangue para a região (recrutamento vascular) e aumento de temperatura na região. Por isso está inchado. Então, o “pump” não é exatamente um marcador de síntese proteica otimizada, mas pode ser uma das ferramentas para observar se o treino provocou um bom estímulo para tal.
E quanto a algumas mulheres, com medo de “engordarem”, fiquem tranquilas. Podem treinar e procurar otimizar o “pump”, vocês não vão ficar como culturistas apenas treinando, alimentando e suplementando corretamente. Claro que digo isso apenas para as que ainda têm desconfiança quanto a isso.
No mais, bons treinos e um ótimo “pump” a todos!
Bem, vamos com calma então e explicar o que é esse fenômeno. Vulgarmente é chamado de “pump”, mas na realidade chamamos de “recrutamento vascular muscular periférico localizado". Exatamente nesse momento não está se ganhando massa muscular, mas é um bom indício de que seu treino proporcionou um bom estímulo para síntese proteica.
De modo simples, durante o treino provocamos lesões no tecido muscular (a grosso modo você está destruindo suas proteínas musculares, perdendo massa muscular!). E, no processo de recuperação, o corpo procura produzir fibras musculares mais fortes, a fim de se proteger contra outro estímulo. Esse processo é chamado de supercompensação. Então, o pump que se sente durante o treino nada mais é que um processo inflamatório muscular, pois seu músculo lesionado, está sob ação dessas substâncias inflamatórias (interleucinas), além haver uma derivação de sangue para a região (recrutamento vascular) e aumento de temperatura na região. Por isso está inchado. Então, o “pump” não é exatamente um marcador de síntese proteica otimizada, mas pode ser uma das ferramentas para observar se o treino provocou um bom estímulo para tal.E quanto a algumas mulheres, com medo de “engordarem”, fiquem tranquilas. Podem treinar e procurar otimizar o “pump”, vocês não vão ficar como culturistas apenas treinando, alimentando e suplementando corretamente. Claro que digo isso apenas para as que ainda têm desconfiança quanto a isso.
No mais, bons treinos e um ótimo “pump” a todos!
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sábado, 25 de maio de 2013
Coma aveia!
Todos nós sabemos que ela é um excelente alimento e muito
saudável. Mas vamos ver quais doenças ela pode evitar.
Controle do Colesterol
O benefício mais evidente do consumo de aveia é o controle
do colesterol. No Brasil, a Anvisa já reconheceu esse benefício e a classificou
como alimento funcional para manutenção e controle da doença.
Regula a função intestinal
Aproximadamente 28% da população sofre com problemas
intestinais. As fibras da aveia proporcionam um melhor funcionamento do
intestino, além de favorecer a proliferação de bactérias benéficas. Ou seja,
melhora o sistema imunológico e inibe o desenvolvimento de algumas doenças.
A obesidade está relacionada a alguns comportamentos, como
hiperalimentação, consumo de alimentos com alta densidade calórica, sedentarismo
e má distribuição de calorias durante o dia. O consumo de cereais integrais
promove maior saciedade e, consequentemente, um controle maior da ingestão de
alimentos. Alimentos ricos em fibras tendem a ser menos calóricos, além de
exigir maior tempo de mastigação e digestibilidade, auxiliando a perda de peso.
Diabetes e hiperglicemia
Alimentos com baixo índice glicêmico podem ajudar no
controle da glicemia. A aveia ainda pode
melhorar os níveis basais de glicose e insulina.
Síndrome Metabólica
A Síndrome Metabólica é um conjunto de fatores de risco
relacionados à obesidade, como doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e
diabetes. A aveia, por conter fibras solúveis em alta concentração, evita picos
na glicemia (e, consequentemente, de insulina) e reduz o aparecimento da
síndrome.
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
High Intensity Training - Vídeo
Treinamento por um dos High Intensity Trainers mais famosos nos EUA, Markus Reinhardt. Por quem admiro e respeito muito o trabalho.
Alguns dos meus clientes e ex-clientes vão se lembrar de mim em vários momentos (rsrsrs).
Muito bom o vídeo como estímulo para treinar e também prestem atenção que eles falam muito sobre "pump", que é o próximo assunto a ser tratado aqui.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Hora de mudar o treino?
Muitos clientes sempre me perguntam qual seria o momento
certo para troca de treino. Entendo que
muitos ficam ansiosos para ver resultados, exercícios diferentes, mas o corpo
precisa sofrer adaptações das mais diversas formas, e não somente pelos
exercícios.
Os exercícios em si podem ser mudados com alguma frequência,
para o treino não ficar monótono. Porém esse tipo de estratégia é melhor
executada se o indivíduo possui um acompanhamento personalizado.
Para quem não possui um acompanhamento personalizado,
precisa verificar junto com o treinador se atingiu um platô de força nos exercícios
realizados (desde que realizados com a mesma cadência), ou até mesmo uma
diminuição na força (caso descanso, alimentação e outras condições físicas
tenham permanecido inalteradas) ou a sequência foi realizada com o mínimo de
intervalo.
Além dos exercícios, será que é o momento de mudar o
metabolismo preferencial ou estímulo no treinamento, que também é intimamente
ligado ao objetivo? Você tem observado perda de desempenho no treinamento ou
algum tipo de lesão ou dor (pontadas, diferente da ardência sentida durante o
treino)? Alcançou um platô de desempenho ou diminuição do mesmo?
Item importante aqui é quando se tem um objetivo, mas o
cliente gosta mais da “sensação” de um treino metabolicamente diferente. Por
exemplo, muitas pessoas gostam do “pump” e vascularização que um treino metabólico
proporciona (com menor intervalo entre as séries, com drop-sets etc), porém, no
momento do treinamento, é necessário um treino preferencialmente tensional. Por
isso é preciso focar no objetivo e não desestimular durante as sessões de
treino.
Tão importante quanto isso colocado é o fato de se você quer
um resultado ótimo, você precisa de um treino ótimo, uma motivação ótima e uma alimentação
ótima. Além de descanso, claro. Alimentação e descanso influenciam demais todo
o treinamento e uma mudança no treino desde ajudar, poderá atrapalhar os
resultados. Por isso, o acompanhamento personalizado na atividade física e na
alimentação são importantes.
Bons Treinos!
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Intensidade do exercício aeróbico e Emagrecimento
Continuando a sequência de textos no blog, semana passada falei sobre o excesso de consumo de oxigênio pós-exercício (EPOC) e suas implicações no gasto calórico. Também vimos que a intensidade do exercício é um dos principais fatores que alteram o EPOC, influenciando o gasto energético pós-exercício. Agora, vamos ver o que os estudos têm demonstrado o quanto o EPOC pode alterar a composição corporal.
Um dos estudos mais recentes que temos é o de Lee e colaboradores (2012), onde os grupos foram divididos em 50% (baixa intensidade) e 70% (alta intensidade) do Consumo Máximo de Oxigênio (VO2máx) durante 14 semanas. O VO2máx. e o 'bom colesterol" (HDL) aumentaram em ambos os grupos, porém o grupo de alta intensidade apresentou uma diminuição maior na gordural abdominal total (visceral e subcutânea).
O estudo de Warren e colaboradores (2009) também demonstrou uma maior diminuição da gordura abdominal no grupo de alta intensidade. E vale ressaltar que, nesse estudo, não houve diferença se o exercício em alta intensidade era feito de forma contínua ou intermitente. O que afetou em maior magnitude a composição corporal foi a intensidade.
Sem comparações entre intensidades, mas observando a modificação da composição corporal em exercícios intensos, Heydari e colaboradores (2012) observaram uma maior diminuição de gordura na região do abdômen.
Interessante que, mesmo com todas as evidências, as academias ainda ficam com esteiras, bicicletas e elípticos lotados porque se insiste ainda em ficar 40, 50 minutos nos aparelhos. Pense na sua conduta, na dieta e nos seus treinos... está obtendo os resultados que queria?
Bons treinos!
Referências
Lee MG, Park KS, Kim DU, Choi SM, Kim HJ. Effects of high-intensity exercise training on body composition, abdominal fat loss, and cardiorespiratory fitness in middle-aged Korean females. Appl Physiol Nutr Metab. 2012 Dec;37(6):1019-27. doi: 10.1139/h2012-084. Epub 2012 Aug 14.
Warren A, Howden EJ, Williams AD, Fell JW, Johnson NA. Postexercise fat oxidation: effect of exercise duration, intensity, and modality. Int J Sport Nutr Exerc Metab. 2009 Dec;19(6):607-23.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Calorias gastas após o exercício ou EPOC.
Eu iria fazer uma atualização sobre exercícios de baixa e alta intensidade sobre emagrecimento, perda de gordura. Mas, antes disso, resolvi explicar melhor aos leitores sobre um dos temas que mais geram discussão nesse assunto, que é o EPOC. Convido todos a lerem.
Bons Treinos!
O gasto energético diário pode ser dividido em
3 componentes: TMR (taxa metabólica de repouso), efeito térmico dos alimentos e
o gasto energético relacionado às atividade físicas. A atividade física pode influenciá-lo de duas
formas, tanto cronicamente (alterando a taxa metabólica de repouso), quanto de
forma aguda (o gasto energético durante a realização do exercício).
Entretanto, o consumo de oxigênio após a
atividade física não retorna aos níveis de repouso imediatamente, mas de forma
gradual. A isso chamamos de consumo excessivo de oxigênio pós-exercício, ou
ainda excess posterxercise oxygen consumption – EPOC. E o consumo de oxigênio
possui uma relação direta com o gasto energético, visto que a cada litro de
oxigênio consumido, geralmente 5 Kcal são geradas no organismo.
Existem vários fatores que podem influenciar o
EPOC, como massa muscular envolvida no exercício, intensidade, duração, estado
do treinamento, ingestão de alimento (efeito térmico da refeição), qualidade do
sono da noite anterior e condições ambientais, entre outros.
Durante o exercício físico há uma demanda maior
sobre os músculos e outros órgãos, fazendo com que o consumo de oxigênio
aumente. E, quanto maior a intensidade do exercício, maior deverá ser esse consumo.
Como dito, após o exercício, esse consumo não retorna aos níveis de repouso
imediatamente. E essa recuperação pode ser dividida em dois componentes, um
rápido e outro prolongado.
Embora as causas dos componentes rápido e
prolongado não estejam totalmente estabelecidas, é provável que alguns fatores
contribuam para tal:
Componente rápido: a ressíntese de ATP/CP, redistribuição comportamental dos
íons (aumento na atividade da bomba de sódio e potássio), remoção do lactato,
restauração do dano tecidual, assim como restauração do aumento da FC e do
aumento da temperatura corporal;
Componente prolongado: ocorrem continuamente,
porém numa exigência metabólica menor, como ciclo de Krebs com maior utilização
de ácidos graxos livres; efeitos de vários hormônios, como o cortisol,
insulina, ACTH, hormônios da tireóide e GH (hormônio do crescimento); ressíntese
de hemoglobina e mioglobina; aumento da atividade simpática; aumento da
respiração mitocondrial pelo aumento da concentração de norepinefrina; ressíntese
de glicogênio, aumento da temperatura.
O tempo de duração do EPOC varia em vários estudos, podendo chegar a 24 horas. Entretanto, é consenso que a intensidade do exercício é o componente que mais afeta o EPOC (sua magnitude e duração), visto que gera um estresse metabólico maior e, então, maior gasto energético para o organismo retomar à homeostase. Exercícios prolongados (acima de 1 hora) e aeróbicos afetam mais a duração do EPOC.
Então, como isso afetará a taxa metabólica basal? O que diz a literatura recente sobre perda de gordura e metabolismo, exercícios de alta intensidade ou aeróbicos?
Esse será o próximo texto.
Aguardem
Referências
Boutcher, Stephen.High-Intensity Intermittent Exercise and Fat
Loss.Journal of Obesity. Vol 2011
(2011).
Foureaux, Giselle; Kelerson Mauro de Castro
Pinto; Ana Dâmaso. Efeito do consumo excessivo de oxigênio após exercício e da
taxa metabólica de repouso no gasto energético. Rev Bras Med Esporte _ Vol. 12,
Nº 6 – Nov/Dez, 2006
Porto, Renan Marcondes; Jair Rodrigues Garcia
Junior. Consumo Extra de Oxigêno após exercícios aquáticos, em cicloergômetro e
de resistência.Colloquium Vitae, jul/dez 2011 3(2): 44-53. DOI:
10.5747/cv.2011.v03.n2.v052
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Dica para Remada Curvada
Olá, amigos. Uma das coisas que mais me dão nervoso nas academias é ver o pessoal fazendo remada curvada com a coluna arqueada. Vejam essa imagem e se convençam de vez como a técnica é importante ao invés de ganhar uma hérnia de disco.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Quando a técnica de execução vale mais que somente colocar carga.
Para os afobados nos treinos, achando que, para aumento de massa muscular, quanto mais peso melhor e deixam a técnica de execução de lado, há um artigo recente para repensar essa prática.
Watanabe e colaboradores (2013) avaliaram 35 idosos (59-75 anos, ou seja, uma faixa de idade mais complicada de realizar um trabalho de hipertrofia muscular) e os dividiram em dois grupos: o de velocidade lenta (3 segundos na fase concêntrica, 3 segundos na fase excêntrica e 1 segundo de contração isométrica, sem intervalo entre as repetições) e o de velocidade normal (1 segundo na concêntrica, 1 segundo na excêntrica e 1 segundo de intervalo entre as repetições). Em ambos os grupos as cargas foram ajustadas em 50% de uma repetição máxima. Os dois grupos aumentaram força, porém o grupo de velocidade normal teve o aumento de massa muscular limitado, enquanto o grupo lento teve massa muscular e resistência melhores após 12 semanas de treinamento.
Concordo que há limitações no estudo, como a porcentagem de uma repetição máxima ser relativamente baixa, talvez com uma carga maior poderia modificar um pouco o resultado. Mas essa foi uma forma dos autores normalizarem as cargas para ambos os grupos. E o intervalo entre as repetições pode ter sido um fator limitante nos resultados do grupo de velocidade normal, pois pode ter impedido fadigar de maneira mais eficaz as fibras musculares. Por outro lado, na prática, muitos frequentadores de academias se utilizam dessa técnica para apenas colocarem mais carga. E aqui fica um ponto bem interessante nos resultados, a tensão constante no músculo parece ser um fator que otimiza os resultados. Além, claro, do movimento controlado e com técnica do exercício. Lembre-se que o treino de um culturista é diferente de um levantador de peso. O primeiro deseja aumentar massa muscular e o treino visa fadigar a musculatura ao máximo; o segundo deseja aumentar força para mover o peso do ponto A ao ponto B em competições.
Watanabe Y, Tanimoto M, Ohgane A, Sanada K, Miyachi M, Ishii N. Increased muscle size and strength from slow-movement, low-intensity resistance exercise and tonic force generation. J Aging Phys Act. 2013 Jan;21(1):71-84. Epub 2012 Jul 24.
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